{"id":31874,"date":"2024-06-23T22:33:44","date_gmt":"2024-06-24T01:33:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.oparanews.com.br\/?p=31874"},"modified":"2024-06-23T22:33:44","modified_gmt":"2024-06-24T01:33:44","slug":"alagoas-nao-registrou-casos-de-coqueluche-este-ano-segundo-sesau","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.oparanews.com.br\/index.php\/2024\/06\/23\/alagoas-nao-registrou-casos-de-coqueluche-este-ano-segundo-sesau\/","title":{"rendered":"Alagoas n\u00e3o registrou casos de coqueluche este ano, segundo Sesau"},"content":{"rendered":"<p>Em Alagoas, nos primeiros cinco meses deste ano, n\u00e3o houve casos confirmados de coqueluche, segundo informa\u00e7\u00f5es da Secretaria de Estado da Sa\u00fade (Sesau). No ano de 2023, foram contabilizados dois casos, enquanto em 2022 foram registrados seis casos da infec\u00e7\u00e3o. Para prevenir a doen\u00e7a, a vacina pentavalente \u00e9 oferecida gratuitamente nas Unidades B\u00e1sicas de Sa\u00fade (UBSs) de todas as cidades alagoanas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Sesau, por meio da Vigil\u00e2ncia e Controle de Doen\u00e7as Transmiss\u00edveis, alerta a popula\u00e7\u00e3o dos 102 munic\u00edpios alagoanos sobre a import\u00e2ncia de atualizar a caderneta de vacina\u00e7\u00e3o contra a coqueluche. A doen\u00e7a \u00e9 uma infec\u00e7\u00e3o respirat\u00f3ria causada pela bact\u00e9ria Bordetella pertussis, conhecida popularmente como tosse comprida. Em contato com a bact\u00e9ria, que se aloja na garganta humana, as crian\u00e7as podem desenvolver insufici\u00eancia respirat\u00f3ria e at\u00e9 mesmo morrer.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O esquema vacinal compreende a aplica\u00e7\u00e3o de uma dose da vacina aos dois, aos quatro e aos seis meses de vida, seguida de mais dois refor\u00e7os com a vacina DTP, conhecida tamb\u00e9m como tr\u00edplice bacteriana infantil, que devem ocorrer aos 15 meses de idade e aos quatro anos. Em adultos, recomenda-se receber doses de refor\u00e7o da vacina dTpa a cada cinco a 10 anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>IMUNIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para receber a imuniza\u00e7\u00e3o, a popula\u00e7\u00e3o deve procurar o posto de vacina\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3ximo de sua resid\u00eancia com o Cart\u00e3o de Vacina\u00e7\u00e3o, RG ou CPF, e Cart\u00e3o SUS. Para aqueles que perderam o comprovante ou n\u00e3o se lembram se tomaram as vacinas, \u00e9 importante atualizar a situa\u00e7\u00e3o junto \u00e0 unidade de sa\u00fade do munic\u00edpio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A enfermeira Waldin\u00e9ia Silva, gerente de Vigil\u00e2ncia e Controle de Doen\u00e7as Transmiss\u00edveis da Sesau, explica que a doen\u00e7a tende a se propagar mais em tempos de clima ameno e frio, quando as pessoas permanecem mais em ambientes fechados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA transmiss\u00e3o da doen\u00e7a ocorre por meio de got\u00edculas de secre\u00e7\u00e3o da orofaringe, eliminadas durante a fala, tosse e espirro. Basta um contato com tosse ou secre\u00e7\u00e3o de uma pessoa infectada para se contaminar, ou tamb\u00e9m por meio de objetos contaminados com secre\u00e7\u00f5es\u201d, explica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ela destaca que a coqueluche apresenta tr\u00eas fases: catarral, parox\u00edstica e convalescen\u00e7a. Durante a fase catarral, que pode durar at\u00e9 duas semanas, os sintomas incluem febre leve, mal-estar, coriza e tosse seca. Esta \u00e9 a fase mais contagiosa, quando a frequ\u00eancia e intensidade dos acessos de tosse aumentam gradualmente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na fase parox\u00edstica, que dura de duas a seis semanas, a febre se mant\u00e9m baixa e come\u00e7am as crises de tosse s\u00fabitas, r\u00e1pidas e curtas, que podem comprometer a respira\u00e7\u00e3o. A fase convalescente sucede, com a tosse diminuindo e eventualmente evoluindo para epis\u00f3dios de tosse comum, que persistem de duas a seis semanas, podendo durar at\u00e9 tr\u00eas meses em alguns casos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Waldin\u00e9ia Silva enfatiza a import\u00e2ncia da conscientiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o para que o estado continue a combater o surgimento de surtos de coqueluche. \u201cN\u00e3o tivemos registros de \u00f3bitos h\u00e1 muitos anos, o que demonstra a efic\u00e1cia da imuniza\u00e7\u00e3o contra doen\u00e7as transmiss\u00edveis em Alagoas. Portanto, pedimos aos pais que n\u00e3o deixem de vacinar seus filhos, pois a coqueluche pode ser fatal. Aos adultos, recomendamos verificar se o esquema vacinal est\u00e1 completo\u201d, conclui.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fonte: Gazetaweb com assessoria<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em Alagoas, nos primeiros cinco meses deste ano, n\u00e3o houve casos confirmados de coqueluche, segundo informa\u00e7\u00f5es da Secretaria de Estado da Sa\u00fade (Sesau). No ano de 2023, foram contabilizados dois casos, enquanto em 2022 foram registrados seis casos da infec\u00e7\u00e3o. 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