Governo Federal abre vagas para atender cerca de 80 municípios de AL

O Governo Federal, através do Ministério da Saúde, irá oferecer vagas do programa Social Médicos Pelo Brasil para 77 municípios alagoanos. O objetivo é fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) em Alagoas.

Os gestores de saúde dos municípios elegíveis devem fazer a adesão ao Médicos pelo Brasil, cujo edital deve ser publicado segunda-feira (6). O edital do processo seletivo para médicos também será publicado neste mês.

As vagas serão preenchidas para levar atendimento a locais remotos e de difícil acesso, quanto para atender localidades de alta vulnerabilidade social.

Dentre os municípios alagoanos que irão abrir vagas para o programa social estão: Maceió, Japaratinga, Batalha, Arapiraca, São Miguel dos Campos, São Miguel dos Milagres, Jequiá da Praia e Coruripe.Confira aqui a relação de municípios aptos para participação no Programa Médicos pelo Brasil.

Ao todo, o Ministério da Saúde irá oferecer para 5.233 municípios brasileiros mais de 21,5 mil vagas para o Programa Médicos pelo Brasil. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União nessa sexta-feira (3). O objetivo é reforçar o Sistema Único de Saúde (SUS).

O programa vai substituir gradativamente o Projeto Mais Médicos para o Brasil na Atenção Primária à Saúde (APS).

São oferecidos aos médicos selecionados para o programa a formação em medicina de família e comunidade, avaliação de desempenho, possibilidade de contratação por meio do regime CLT, a progressão de carreira (para diminuir a rotatividade) e gratificação para atuar em áreas remotas e de saúde indígena.

“A recomendação é que os gestores não percam a oportunidade de levar saúde e a presença de médicos qualificados para atender com dignidade o cidadão”, disse o secretário de Atenção Primária da pasta, Raphael Câmara. Ele preside o Conselho Deliberativo da Agência de Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps), responsável por executar o novo programa.

O Médicos pelo Brasil foi lançado em 2019 com o objetivo de estruturar a carreira médica federal para locais com dificuldade de provimento e alta vulnerabilidade. O orçamento previsto para execução no primeiro ano de trabalho é de R$ 1,2 bilhão.

 

*Com Agência Brasil

 

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