TRE aprova envio de tropas federais para mais 5 cidades de Alagoas

O Tribunal de Justiça de Alagoas (TRE-AL) autorizou nesta segunda-feira (26) o envio de tropas federais para o 1º turno das eleições em mais cinco cidades do interior de Alagoas. As tropas vão atuar nos municípios de São Sebastião, Campo Alegre, Junqueiro, Teotônio Vilela e Matriz de Camaragibe.

 

O pedido de envio de tropas foi formulado pelo deputado federal Arthur Lira (PP), que justificou a necessidade de reforço para garantia da normalidade e segurança nas eleições do dia 2 de outubro.

 

O Pleno do TRE-AL já havia aprovado o envio das tropas às cidades de Pilar e Satuba.

 

No pedido, Arthur Lira informou que em São Sebastião, Junqueiro, Teotônio Vilela e Campo Alegre, o clima político tem se acirrado de forma insustentável.

 

O deputado alegou no pedido que o clima político tem se acirrado de forma insustentável em São Sebastião, Junqueiro, Teotônio Vilela e Campo Alegre, cidades que são conduzidas por membros dos dois políticos, ou seja, situação e/ou oposição.

 

Lira afirmou que Matriz do Camaragibe é conhecida pelas tensões políticas acirradas.

 

“De acordo com o apresentado no pedido de tropas federais, de acirrada e violenta disputa política nas mencionadas localidades, com o sério risco de interferir no livre exercício do voto dos eleitores e eleitoras, de provocar instabilidade no processo de votação e apuração dos resultados, bem como gerar um clima de ameaça que possa resultar em prejuízo irreparável ao processo político democrático, verifico a necessidade, em caráter excepcional, de reforço na segurança das eleições nos municípios”, destacou o desembargador Otávio Praxedes, relator do processo no Pleno do TRE/AL.

 

Segundo o TRE-AL, o governo do estado não se manifestou acerca da garantia da segurança nas localidades. As Zonas Eleitorais manifestaram-se favoravelmente ao pedido de força federal, a fim de garantir a segurança e transparência do processo eleitoral em curso, à exceção da 47ª Zona Eleitoral, que consignou ser desnecessária a requisição pretendida, por não haver histórico de atos de violência nas últimas eleições realizadas em Campo Alegre.

 

 

 

Fonte: G1/AL

 

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