Garotas de programas sofrem golpe de pelo menos R$ 20 mil de ‘clientes’ em Maceió

Quatro garotas de programa em Maceió foram vítimas de golpes com prejuízo financeiro de pelo menos R$20 mil após marcarem em redes sociais ‘encontros’ com os suspeitos dos crimes.

 

Conforme a polícia, as profissionais chegaram a ser agredidas para fazer transferências via pix às contas indicadas.

 

As autoridades informaram que as contas-destino dos valores foram identificadas e o montante vai ser devolvido às vítimas. Algumas também perderam jóias nos assaltos.

 

Segundo a Polícia Civil de Alagoas (PCAL), três indivíduos moradores do bairro da Ponta Grossa, na parte baixa de Maceió, foram ouvidos nesta quarta-feira (21) na Operação Encontro Fatal.

 

Os três, de 28, 29 e 31 anos, são apontados na investigação como os responsáveis pelas contas para onde os valores foram transferidos.

 

No depoimento, os suspeitos afirmaram que não sabiam a procedência do dinheiro Eles alegaram que a pessoa que lhe pediu as contas afirmou que não possui vínculo bancário do tipo e que precisava receber por trabalhos de colocação de gesso.

Uma quarta pessoa supostamente envolvida no caso já foi identificada, mas a polícia ainda não conseguiu localizá-la.

Ainda de acordo com a PCAL, o número de vítimas pode ser maior do que as quatros que realizaram Boletim de Ocorrência até agora. As autoridades esperam que com a divulgação do caso, outras mulheres possam procurar a delegacia e registrar boletins.

A ação teve como objetivo o cumprimento de mandados de busca e apreensão no bairro Ponta Grossa, em Maceió, com intuito de dar andamento às investigações do inquérito policial, que teve como objetivo apurar associação criminosa responsável por roubar, extorquir e agredir garotas de programa.

O efetivo utilizado na operação contou com policiais civis do Núcleo de Planejamento Operacional (NPO), Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit).

Como funcionavam os golpes

 

De acordo com o delegado Flávio Dutra, os criminosos invadiam sites, perfis e grupos de acompanhantes, se passavam por clientes e combinavam horários de atendimento.

 

Ao chegar aos locais previamente definidos, os suspeitos entravam nos quartos com as vítimas, momento em que anunciavam o assalto.

Ainda conforme a polícia, após o contato inicial entre as garotas e os ‘clientes’, as tratativas eram finalizadas por meio de rede social com o número de celular disponibilizado pelas vítimas.

 

 

 

 

Fonte: G1/AL

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